Aqui você vai encontrar um pouco de tudo: dos meus amigos;da minha vida; de curiosidades;dicas de filmes , lugares e viagens; comentários; questionamentos; criticas e análise da vida.
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Fanatismo

Minha'alma, de sonhar-te, anda perdida.
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão do meu viver,
Pois que tu és já toda minha vida!
Não vejo nada assim enlouquecida...
Passo no mundo emu amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tanta vezes lida!
"Tudo no mundo é frágil, tudo passa..."
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!
E, olhos postos em ti, digo de rastros:
Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como DEUS: Princípio e Fim ..."
Comentários: Nas aulas de Literatura Portuguesa , fiquei encantada pois sempre gostei da maneira " cinestésica" que o Fagner canta essa música e agora estou no meu momento "Florbela Espanca". Não é lindo ????
segunda-feira, 29 de março de 2010
Sobre Ele

Um olhar encantador, com um sorriso sedutor.
Vascaíno em terras mineiras,
Gosta de macarrão, detesta pimentão, ama alho.
Aprecia café, não larga a ginástica, é amante do trabalho e aventura -se numa direção veloz , porém seguro no que faz.
Quando fala e ouve , presta - lhe atenção. Possui um senso de humor que provoca ótimas emoções.
Educado, inteligente, simples, amigo, amante, homem, menino ...
Um abraço acolhedor que libera oxitocina e inspira meus DIAS !!!
sábado, 6 de março de 2010
Cazuza

Mais um livro que indico. Acabei de ler " Cazuza só as mães são felizes" de Lucinha Araújo depoimento a Regina Echeverria , amei !!!
Tive interesse só agora pelo livro, porque assistir a uma entrevista de Lucinha Araújo no programa "Estrelas" achei mágico quando ela disse que sempre que está em dúvida com algo ou alguma coisa ou com muita saudades do Cazuza ela pensa nele e em breve tem uma resposta : uma música do Cazuza toca na rádio ao acaso - se é que acaso existe ...
Pensei : que mulher inteligente , conseguiu canalizar a perda de seu filho num projeto social ; escreveu um livro que na "minha leitura" foi uma forma de contar a verdadeira verdade sobre Cazuza , expor as pessoas oportunistas que se aproveitaram do momento principalmente a revista Veja e mostrar a sua cara e de toda a família . Realmente ela fez valer a memória de Cazuza - Se ela chorou ou se sorriu , emoções foram vividas e valeram a pena .
Compactuo aqui algumas ideias de cazuza :
Super proteção não atrapalha , quer dizer "amor demais". O que atrapalha é a falta de amor !!!
"Um filho rejeitado nunca concerta a cabeça. Um super protegido tá limpo"
"Sou muito sincero e às vezes me arrependo disso "
"Mentiras sinceras, me interessam"
"Pra mim é tudo ou nunca mais ..."
O tempo não pára ......
quinta-feira, 4 de março de 2010
Quando Ser Bom É Ruim

Ser bom é desejo ou pretensão de cada um de nós. Entretanto, a linha demarcatória do conceito de bom é tênue e variável no espaço. Por outro lado, só se pode dar o que se tem dentro de si mesmo.
Assim, ser bom exige , antes de mais nada, que seja bom para si mesmo. Quando se tem bondade suficiente para si, ela começa a fluir de maneira natural e espontânea para fora. Infelizmente são poucas as pessoas que atingem esse estágio de evolução.
Ser bom - como uma atitude consciente, procurada e movida pelo desejo de mostrar-se bom tem outras conotações, exceto a de bondade real. Muitos dedicam toda sua vida a representar o papel de bons, não por hipocrisia ou com o propósito de falsidade, mas atendendo a necessidades interiores de compensação. São os bonzinhos, os santos, as "Amélias". Embora sejam úteis e por isso mesmo aplaudidos, as suas motivações não têm a nobreza da verdadeira bondade. Na verdade por trás do seu comportamento dócil e louvável, esconde-se uma pessoa profundamente infeliz, cheia de mágoas e raivas ocultas.
A trajetória do bonzinho teve início na infância, quando suas experiências vividas e sofridas determinaram o desenvolvimento de conceitos negativos sobre si mesmo. Inconscientemente acredita que é inferior aos outros, que não merece, que não tem direitos e não é amado. Cresce com baixa auto - estima e com a auto - imagem de inferioridade.
Quando adulto, busca desesperadamente uma forma de ser aceito e amado. É aquele que está sempre pronto e, mais do que isso, procura de maneira compulsiva por pessoas e situações para que possa ser útil e servir, geralmente em detrimento de si mesmo. É aquele que todos usam , de quem tiram proveito e abusam. É aquele que nunca reclama e tudo faz. dentro de um relacionamento acredita que seja responsável pelo outro.
Não vive a sua própria vida , mas a do outro. Se este está alegre ele também estará. Se ele ou ela está de mal humor, sente-se para baixo, deprimido e culpado. Sofre de ansiedade permanente por querer antecipar desejos do outro. Jamais fala o que pensa ou sente por medo de desagradar. Quase nunca diz "não", pelo contrário, sempre diz "sim" quando desejaria dizer "não". Com isso, se assoberba de obrigações, trabalhos e compromissos muito acima de sua capacidade. Termina sempre se odiando por isso, sentindo raiva de quem o explora, mas mantém um sorriso nos lábios e continua gentil. Ele sempre ignora suas proprias necessidades e nas poucas vezes que as reconhece convence-se de que elas não são importantes e nem prioritárias.
Se você se viu em algumas dessas caracteristicas, é tempo de reavaliar a sua vida, os conceitos sobre si mesmo e os outros e começar um trabalho interior que o levará a recuperação da sua auto estima e valorização. Assim descobrirá que sacrificar a sua vida não é nenhuma virtude - ao contrário do que possam ter lhe ensinado - e, também, que ser bom não é ser bobo . Perceberá ainda que ser útil não é ser amado, porque as pessoas que utilizam de seus favores não lhe dão o que mais desejam - que é o amor, porque ninguém ama aquele que não se ama ou não se respeita !!!
Mais um texto do competente "Willian Rezende de Araújo"
domingo, 21 de fevereiro de 2010
SER JUSTO

Sem justiça não há equilibrio interior. Porém sei que às vezes é difícil deixar o que é velho para trás e se abrir para o novo, mas sei também que se recusar a abandonar a velha maneira de pensar e de ser impede que aconteçam verdadeiras mudanças em nossa vida. É como aquele funcionário que não muda nunca a sua mesma rotina diária há anos e, é claro, nunca nada vai mudar na vida dele. Mas, o fato é que não há nenhum crescimento possível enquanto se persistir nos velhos padrões. Eles são bengalas que podem até ter sido úteis quando éramos mais cegos , mas agora aprendemos a andar sem elas. Mas, por que ser justo é tão importante assim? Porque é simplesmente impossível alcançar o benefício da libertação verdadeira que é a compaixão sempre. Por isso, permita-se meditar sobre o que se segue, reveja como tem sido a justiça dentro de você e da sua vida e principalmente tire todo o proveito disso em seu próprio benefício.
Antes de tudo, tenha certeza que é você quem faz o seu mundo como ele é, porque ele é exatamente como você o vê , como na história do meio copo d'água. Os seus pensamentos é que moldam e dão forma final à sua ralidade e não são as outras pessoas que o fazem. Não há como escapar disso, não importa as desculpas que se apresente e nem os julgamentos que se pretenda fazer dos outros. Por uma questão de defesa e principalmente de insegurança absoluta sobre a própria maneira de ser e agir na vida , as pessoas são literalmente viciadas em julgar continuamente a tudo e a todos que estão à sua volta, a cada minuto. É um comparar e julgar. Desde que se acorda, começa o julgamento, julga-se o dia, a hora, as pessoas conhecidas ou estranhas, dentro de casa, na rua, no shopping, no trabalho, na escola, no curso,nas festas, na igreja, a roupa, a cor, o cabelo, o andar, enfim, milhares de julgamentos por dia, sem parar! E, como julgam unicamente aquilo que lhes parecem errado, segundo sua visão particular , observe como cada julamento é acompanhado de um ou mais sentimentos ruins, pesados e negativos: raiva, inveja, critica azeda. Ao final do dia coletam uma imensa sacola de sentimentos desagradáveis e negativos. E esse é o único "prêmio" que recebem pelos seu julgamentos. Parece incrível, mas as pessoas não percebem que seus julgamentos não têm absolutamente nenhuma importância para ninguém. O que você julga e os sentimentos que você coleciona ficam somente dentro de você mesmo. O "réu" não está nem aí para sua sentença! Se observar verá que onde você mais se contraria e desgasta energia diariamente é nos seus contínuos julgamentos . Contínuos e inúteis! Com certeza você não deixaria seu carro parado e ligado direto o dia todo na garagem, porque consideraria um desperdício inconcebível de energia e dinheiro. No entanto, as pessoas, desperdiçam a maior parte da sua energia e vida, deixando seus julgamentos ligados constantemente e acham que isso é normal e certo!
E por que agimos assim, contra nós mesmos? Além da insegurança há aquele aspecto de: "tenho que julgar mal os outros para me sentir menos pior". Julgando e buscando defeitos e falhas nos outros me sinto consolado e asim vou enganando a mim mesmo com pensamento que eu sou melhor, ou pelo menos, não sou tão pior. Aliás, a própria necessidade de se sentir melhor ou superior aos outros já mostra a baixa auto - estima da pessoa, a necessidade de se auto - afirmar. E, pensando bem, qual é a finalidade de ser o melhor? É uma só: Se eu for aceito pelos outros, quem sabe assim eu consigo me aceitar? Esse é mais um desgaste tolo de dependência do julgamento dos outros e que nunca trará a resposta que se procura. A única coisa realmente importante na vida é ser feliz e estar bem consigo mesmo. E não será nunca julgando os outros para diminuí-los ou preocupando-me como sou julgado que vou conseguir esse estado. Pelo contrário, essa atitude nunca permite que eu alcance aquele estado de ser. E veja, ser justo não é para ser bonzinho e ser aceito e sim para estar bem consigo mesmo. "não julguéis, para que não sejais julgados" . Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados". O grande ensinamento aqui não é a forma simplista que é passada, ou seja, se não julgar você também não será julgado. Isso não é real! Você pode não julgar ninguém, mas mesmo assim continuar a ser julgado, é claro. A lição é: se você não julgar os outros deixará de julgar a si mesmo e ser tão severo consigo próprio. E, se não julgar mais a si mesmo,também não sentirá compulsão de julgar os demais. a pessoa julga muito aos outros , porque se julga continuamente. Quando voc~e se auto - encontrar realmente e se aceitar, com qualidades e defeitos, verá que se deixará de preocupar com os outros ! Quando conseguir isso sentirá um alívio que não pode sequer imaginar! Tira- se um peso imenso de cima dos ombros. A energia e a própria vida fica leve, fácil e agradável. Como é bom e libertador ser isento de julgamentos !!
Mas como conseguir isso? Exige trabalho porque são velhos vícios muito, mas muito arraigados. Comece por assimilar emocionalmente, não racionalmente, algumas verdades sobre o julgar. Antes de tudo compreenda que seu modo de ser pode até ser o melhor para você, mas não necessariamente o é para o outro! Aliás sendo muito franco consigo mesmo, talvez admita que não é o ideal nem mesmo pra voc~e, então porque exigir dos outros? A minha verdade é relativa até para mim mesmo! Mas há outro aspecto que o julgador precisa compreender. Os seus julgamentos são um espelho que refletem ele mesmo e não o outro! Quando julga está mostrando quem é ele, como pensa, qual sua visão e nunca definindo realmente quem é o outro. Logo ele está se vendo e não ao outro!
Além de compreender bem tudo isso para se atingir o estado de ser realmente justo é preciso de se possuir um verdadeiro sentimento de humildade. Não se fazer de pobre ou inferior, mas saber aceitar com tranquilidade e sem medo que ninguém, nem ele mesmo tem a verdade final de nada. O julgador é um carente de humildade e um cultivador de sobera. Ser justo exige ser humildae. Ser justo implica na capacidade de absorver emocionalmente que cada um tem o direito de pensar, agir e ser diferente de si, mesmo que seja de uma forma que eu não faço, não sei ou até não gosto. Mas apesar disso, continua a ter o direito de ser . Aprender a conviver bem com as diferenças, preservando a paz interior é um dos grandes sinais de verdadeiro crescimento e sabedoria . Quando se dá a liberdade de ser de cada um , está-se conquistando a própria liberdade! É óbvio que estamos falando de ser, desde que respeitando a liberdade dos demais, mesmo porque não existe liberdade individual quando se fere a liberdade dos outros.
Se ainda está difícil para você experenciar a indispensável compaixão comece se observando em todos os momentos . Cada vez que seu juíz interior tentar proferir uma sentença, mesmo no silêncio do seu cérebro, questione a opinião dele! Por que julgar as pessoas e as coisas sempre pelo que elas têm de pior, segundo o seu conceito? Por que julgar tem que ser somente sobre coisas ruins ? Isso é ser justo? Por que não julgar pelo o que cada um tem de melhor? Não importa o que a outra faça ou diga, certamente ela também tem muitas, mas muitas coisas boas. Veja essas esqueça aquelas! Comece a treinar isso no seu dia-a-dia e descobrirá surpreso como você mudará a visão de si mesmo. Vai começar a entrar em contato com todas as centenas de coisas boas e positivas que você tem e nunca deu atenção. Vai descobrir que seu juiz interno sempre foi muito injusto com você e com acusações sem procedência exageradas. Ou, pelo contrário, que ele usa das desculpas de julgar os outros para não se enxergar. Comece a praticar isso dentro de casa, não julgue os outros e encontrará absolvição por si mesmo!!
Texto do meu querido amigo e médico neurologista William Rezende Araújo
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